terça-feira, 19 de março de 2013

Volta da Moringa


Esse não é o primeiro nó que aprendemos, na verdade ele nem foi mencionado no curso de sobrevivência, mas eu achei que seria uma boa ilustração para uma das funções do meu chaveiro-mosquetão de paracord.




Na loja Bihai Adventure você encontra esse chaveiro-mosquetão.

Para ver o esquema que me fez entender o nó segue o link: http://www.lisbrasil.com/pagina/volta-da-moringa

sexta-feira, 1 de março de 2013

Reflexões sobre Segurança - Kit de Sobrevivência


Li uma reportagem de um turista perdido na Ilha Chiloé, no Chile, e não posso deixar de comentar sobre a prudência de ter um kit de sobrevivência sempre junto ao corpo.

Eu tenho o meu no tamanho de um porta-câmera e nele tenho materiais sobressalentes do que carrego na minha mochila quando vou para o mato. Não é paranóia, é questão de segurança.



E se vc se perder ou se ferir? Sabe o que fazer?


A chance de se perder nas trilhas demarcadas dos parques é pequena, mas existe, principalmente nos trekkings em que há pernoite. Supõe-se que esse cenário nunca irá acontecer já que além de você andar por lugares demarcados, terá a companhia de um guia.

O kit também serve para locais isolados onde não haja eletricidade ou água, ou para qualquer situação em que esperar é a melhor estratégia para se sair do problema. Ele é um equipamento sobressalente.

Obviamente a montagem do kit depende de qual lugar você vai, mas existe uma regra que se deve decorar:
Ela é baseada no que fazer quando seu equipamento principal não pode ser operado, é o básico da sobrevivência. Deve ser compacto, leve e armazenado de forma que fique seco e sempre estar com você.

Vamos aos passos em ordem de prioridade:

1º Abrigo: Você provavelmente passará a noite esperando pelo socorro, já que a maioria das equipes de buscas encerram suas atividades pela noite ou madrugada. Mesmo se estiver com uma lanterna, não é aconselhável você procurar uma saída, acampe. Proteja-se de animais e do frio.
Opções: barraca de emergência,  ou saco de dormir,  ou cobertor de emergência aluminizados. São super compactos e leves.

2º Fogo: Além de ser uma fonte de calor, será uma forma de proteção contra animais e uma opção de sinalização para o resgaste. Junte gravetos, folhas secas, pedaços médios e grandes de madeira secas ou pouquíssimos molhados.
Opções: Isqueiro, palitos de fósforos impermeabilizados com parafina (e a lixa), pederneira, lima e pedra pirita, pedra de magnésio, lupa. Isca para o fogo (para começar a fogueira), algodão revestido com parafina ou vaselina sólida, OB (tem muito algodão compactado e já vem embalado de forma impermeável), pedaço de borracha de pneu, pedaço de pano com  parafina ou vaselina sólida,

3º Água: Um saco plástico, pastilhas de cloro, camisinhas.  Sem beber água por três dias você não sobrevive

4º Comida: Esse item é obviamente importante para a sobrevivência, mas você consegue ficar até 3 semanas sem comer. Deixe no seu kit uma barrinha de cereal, granola, barras protéicas, se vc for para um local que possa ter lagos e rios um mini kit de pesca com 2 anzóis e 10m de linha. Alguns sobrevivencialistas usam de armadilhas para caçar pequenos mamíferos, mas isso requer prática, e no Brasil a caça é proibida. Se você estudar pode entender de flora e fauna brasileira e procurar por comestíveis. Minhocas, escorpiões, lagartas de bambu etc são recursos calóricos que podem aliviar o cansaço.

5º Sinalização/Orientação: Apito, bússola e mapa do local, lanterna, espelho.

Outras ferramentas para seu kit: canivete, corda resistente (ex.: paracord), kit de costura (alfinete, agulha e linha), pinça, cortador de unha com lixa, fio dental, papel alumínio e fita adesiva (silver tape).




segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Testando para Crer - Desidratando carne em forno convencional

Só a prática para levar à perfeição.

Achei um vídeo muito bom no canal GuiadoSobrevivente no YT que falava em como desidratar carne no forno para armazená-la sem refrigeração.

Ok. Foram 800g de carne temperadas com 2 dentes de alho, 1 folha de louro, 1 grão de pimenta, sal e açúcar e 65min no forno com a temperatura de aproximadamente 100°C. Tempo de conservação no saco à vácuo 2 anos.

Quando vi esse vídeo, pensei: "Essa seria a minha solução para levar carne para o trekking de forma leve e prática". Mas não é.
Primeiro meu forno aquece no mínimo a 180°C, mesmo deixando a porta aberta eu não sei se lá dentro está a 100°C. Pelo tempo que precisou para ficar seco e crocante, foram muito mais que 65min.
Peguei como referência outros videos gringos mostrando receitas diferentes, e fiz a minha. Acho que o importante no processo são temperos que tenham propriedades conservativas e a desidratação.
Essa terceira vez eu documentei.


Deixei as carnes de boi e frango marinando por 24h na geladeira, o tempeiro ficou muito bom. Ao coloca-los na grelha antes sequei com papel toalha o suco e os deixei mais secos para agilizar o processo. A desidratação deu certo, os bifinhos ficaram crocantes.
Porém, errei feio na hora do armazenamento, porque em duas semanas meus bifinhos estragaram e imaginava que sem estar à vácuo poderiam durar pelo menos 1 mês. Eu separei ele em três recipientes. Algo não ocorreu como deveria.
O primeiro recipiente é saco plástico para comida que ficou dentro da despensa. O saco furou e a comida foi invadida por formigas. Os outros dois recipientes foram potes de vidros cobertos com uma película plástica, um pote foi para a geladeira e outro para o armário. Os dois começaram a estragar em 10dias. O que estava na geladeira chegou a estufar a película e um odor azedo surgiu, o outro não.
A segunda vez que fiz esses bifes os levei para o camping, e eles duraram por 4 dias e fiz do mesmo jeito, não sei o que posso ter feito errado, acho que foram meus recipientes que estavam contaminados e estragaram antecipadamente minha comida, mas valeu a lição e com certeza tentarei de novo porque esses bifinhos ficam uma delícia.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Cuidado com os Raios

No Brasil, o verão é marcado por ocasionais pancadas de chuva, eu particularmente não sou fã do verão, porque sendo mês de férias, as trilhas estão lotadas, o calor castiga e tem as tais pancadas.
Com essas pancadas temos as tempestades e isso é um problema enorme se você está na trilha e pior ainda se estiver perto de uma cachoeira.


Segue algumas dicas da Defesa Civil para se proteger dos raios:

1. Não fique próximo a postes, mastros, cercas de arame, varais metálicos, linhas de transmissão, trilhos de trem, árvores isoladas e em topos de morros. Evite locais abertos e descampados.
2. Se estiver acampando, NÃO fique dentro de barracas. Procure abrigo em vales, desfiladeiros e depressões no solo. As hastes das barraca atraem os raios.
3. Saia imediatamente de piscinas, lagos, lagoas e praias e cachoeiras.
4. Não ande a cavalo, nem use o telefone ou qualquer outro aparelho elétrico.
5. Se estiver ao ar livre Não segure objetos metálicos longos como varas de pescas, tripés e bastões de caminhada.
6. Nunca deite no chão, pois é nele que caem as descargas elétricas. Se estiver ao ar livre durante uma tempestade e sentir seus pelos arrepiarem ou sua pele coçar, este é um sinal de que um raio está para cair na região.Se não houver abrigo próximo fique numa posição fetal com a cabeça entre os joelhos.

Fonte: www.campinas.sp.gov.br/noticias-integra.php?id=17118

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

10 dicas de Segurança na Trilha


Para quem pratica esportes que o desafio e limite extremos são componentes da atividade a segurança deve ser sempre checada e rechecada.
Acidentes acontecem pelos seguintes eventos: negligência, imprudência e imperícia.


A saber:

  • Negligência é desleixo, desatenção, inobservância ou omissão no que deve ser feito.
  • Imprudência é falta de cautela, de observar o mal que pode acontecer e saber o que fazer para evitá-lo.
  • Imperícia é a falta de técnica para uma atividade.

Assim, os preparativos para um trekking incluem  além dos itens de segurança o auto conhecimento.

1. Antes da atividade saiba como está a sua saúde, faça check-up médico.


2. Esteja em dia com seu condicionamento físico. O trekking é sobre a caminhada e não sobre o destino. Se vc não estiver com a musculatura saudável, o risco de lesões é maior, as entorses, por exemplo, podem acabar com o passeio.

3. Conheça e respeite seus limites técnicos. Se vc ainda não sabe manusear um GPS ou uma bússola não se aventure em lugares que não conheça. Na verdade é sempre prudente andar com guias locais. 


4. Caminhada também exige equipamentos de proteção individual, exemplos: perneira, bota ou tênis, apito, boné, anorak... O equipamento depende da atividade e do lugar.


5. Sempre avise onde você vai, quantos dias pretende ficar e com quem vai. Se você tiver um rádio, leve um e deixe outro na base, se vc tiver problemas poderá acionar alguém rapidamente. Na falta, o celular pode até funcionar, mas não é garantido.

6. Tenha um kit de sobrevivência junto ao seu corpo, ele será um equipamento sobressalente se por acaso o seu principal falhar. 

7. Saiba primeiros socorros básicos. A intervenção simples, mas imediata pode salvar vidas.

8. Saiba a previsão do tempo e evite sair na chuva. Lugares com cachoeira e rios podem imundar imediatamente e vc correrá risco de vida.

9. Carregue lanternas, mesmo que faça a trilha pela manhã, e leve baterias extras.

10. Esteja alerta, não use drogas, a paisagem e as endorfinas internas já te levarão ao êxtase.



Curtam sempre a trilha com segurança!

Obrigada pela visita ao blog e até o ano de 2013!
Feliz Ano Novo!






terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Ultralight backpacking - parte 1


Ultralight backpacking é um estilo de mochilar com o menor peso possível. São escolhidos materiais resistentes e leves, equipamentos com múltiplas funções, roupas com tecido tecnológico que permitem secagem rápida, proteção contra vento, chuva e ainda são respiráveis.
Existe uma classificação não-oficial de acordo com o peso que se leva: esse peso é a soma dos equipamentos principais como: mochila, abrigo, saco de dormir, lanterna, fogareiro, vestuário, ferramentas e kit de primeiros socorros. Água e comida não são computados.
Ultralight -  até 4,5Kg de carga
Lightweight - até uns 9kg
Tradicional - 14kg
Heavy - 27Kg

Como fisioterapeuta me parece muito sensato sair para caminhar  como menor peso possível. Quando fiz uma travessia de 6 dias na Chapada Diamantina, em 2007, metade da minha mochila era de roupas, e chegando lá vi que só precisava de duas, um conjunto diurno e outro noturno, meu kit de higiene poderia ser bem mais compacto e sei lá mais o quê tinha na mochila para ela pesar tanto, mas as lições foram aprendidas.
Eu ainda sou aquela trilheira tradicional que tem uma mochila de 50 a 60L para passar uns 3 a 4 dias e que acaba carregando mais uma mochilinha a tira colo com documentos, cameras e os eteceteras, mas comecei uma pequena revolução para carregar menos peso. Meu equipamento está evoluindo para:

Por enquanto essa revolução só se estende para caminhadas de 2 dias.

1. Mochila: Ultrasil Daypack da Sea to Summit, peso 64g, capacidade 20L e aguenta até 80Kg, tecido de cordura 30D siliconizada.

Ponto fraco: as alças são muito finas o que depois de um tempo andando incomoda, mas ela não foi desenhada para fazer hiking.



2.Abrigo: Rede Amazon da Guepardo, suporta até 150Kg, pesa 260g, fechada mede de 25x20, tecido 210T nylon com tela mesh. Para toldo uso uma lona 3 x 4 m e paracord de 15m ou fita de nylon.

Ainda não consegui testar.
3. Saco de dormir e isolante térmico de e.v.a: não tenho uma foto dele, já me acompanha um tempo, mas é a linha micron lite da Nautika, pesa no máximo 200g, para ser usado nas noites de verão. Ele é bastante compacto e ocupa pouco espaço na mochila. O e.v.a é muito levinho só ocupa  muito espaço, vai amarrado no lado de fora da mochila.
4.Lanterna, uso uma de cabeça da energizer, ilumina bem, levinha (acho que uns 50g), mas não tem ângulo para direcionar o feixe de luz, porém as mãos ficam livres e isso é  um grande benefício.
5. Fogareiro, uso um reaproveitado de latas de refrigerante pesa no máximo 50g, o combustível é alcool e 50ml consegue ferver 450ml de água.

6. Kit de primeiros socorros, uso uma necessaire pequena que cabe tudo o que preciso. Dimensões 12x10cm e peso cheia deve ficar em 200g.


Continua em outro post


fonte: http://en.wikipedia.org/wiki/Ultralight_backpacking
http://www.rei.com/learn/expert-advice/ultralight-backpacking.html

domingo, 25 de novembro de 2012

Undisclosed Destination

Para mostrar que esse blog não é só papo, um pouquinho de um camping e trekking que fiz nas mediações da face norte do Parque de Itatiaia. 
O motivo de não relevar o local, é que essa região ainda não foi explorada pelo turistas predatórios e especulação imobiliária, então, os convidados são pessoas que realmente respeitam a natureza, a vida rural, seus moradores e querem tranquilidade. 


Existem dois tipos de automóveis por lá: fusca e 4x4. Não consegui registrar os trechos mais acidentados da estrada, mas posso dizer que a estrada de terra tem seus momentos "parque-de-diversão". 
O local para onde iríamos passava por vários centrinhos bem bonitinhos, mas toda a região é dominada por pastos e áreas preservadas ou que estão sendo reflorestadas.
Depois de uma curva aparece essa cachoeira maravilhosa. É claro que ficamos tentadas a descer, mas precisávamos achar o local para o camping antes de escurecer.
Depois que achamos o local do camping, nos assentamos e começamos a preparar o almoço, isso já era 15h. Nos demos vários luxos já que o carro ficaria do nosso lado. Levamos cadeira de praia e churrasqueira. Nessa viagem ninguém levou macarrão, molho de tomate e atum em conserva.
Esse primeiro almoço foi feijão carioca, arroz, farofa com paio e azeitona preta,  salada de tomate, cebola e cenoura, carne desidratada (jerky) e pão de caçador, ainda fizemos sobremesa de banana assada com ameixa e castanha do pará e bebemos vinho.
No segundo dia comemos lentilha com legumes, salada de tomate e cebola.
No terceiro dia comemos lentilha com arroz e queijo curado.
O café da manhã tinha café, sopa de saquinho e pão com queijo curado.
Além disso, sempre tinha água quente para um chá.
Durante os passeios levávamos biscoito de maizena, farofa, carne desidratada, uva passa, polenguinho e ameixas. Cardápio totalmente saudável e fácil de fazer e barato.
A espiriteira foi feita a partir de dois fundos de latas de refrigerante e colocada entre dois troncos para servir de apoio às panelas. O combustível era álcool que conseguia ferver 1L de água. Cozinhou até demais o arroz. Na churrasqueira colocamos o pão de caçador e esquentamos o feijão.
Receita do pão de caçador: farinha, fermento, sal e água morna bem misturados, não precisa esperar a massa crescer ou descansar, vai direto para a brasa.
Para acender a brasa usei algodão com parafina.
Deixo a dica de duas empresas que vendem feijão, lentilha, grão de bico, seleta de legumes prontos para consumo.  É só o grão ou legume, sal e água, sem conservantes, e o grão é tão bem cozidinho que nem faz falta alho e cebola.





Você vê aquelas montanhas atrás de mim. É para lá que  iríamos. A altitude no camping era de 1400m, aquele morro atrás de mim teria uns 2000m. Detalhes da foto: a calça que uso é da Bihai Adventure, que vem para suprir a demanda de vestúario esportivos e garimpar acessórios bacanas para as aventuras. Completa o visual o bastão da Guepardo que me ajudou muito nesse circuito que durou 7h.
Nossa trilha era bem delimitada porque era passagem das cavalgadas da região, além disso toda área era dividida em área de pasto e floresta.

Os marcos de orientação eram as porteiras e cercas de arames, enquanto a encontrássemos estaria tudo bem.

Chegada ao topo. Felicidade suprema. Lindo visual do vale, mas ali era só a metade do caminho. Ainda tinha muita porteira e cerca de arame para passarmos.
No final do circuito, às 16:30 um merecido banho de cachoeira. A água fria aliviou minhas dores no joelho e deu um gás para o retorno.


Existem lugares onde Deus está mais presente. E nesse trecho do Brasil conheci pessoas que amam sua terra e cuidam dela com carinho, além de tratarem muito bem o turista.

As boas aquisições para essa viagem foram:


1. Calça Bihai Extreme: feita de polyester e algodão tem a trama rip stop. Eu tinha comprado para usar nesse primeiro dia de caminhada, mas à noite fez tanto frio, que precisei usá-la para dormir. foi minha opção de calça para o acampamento e viagem.
2. Calça Bihai Soft: cumpre o que promete. Leve e de secagem rápida, tinha um cadarço interno que ajustava a calça na cintura. Depois que saí da cachoeira e a vesti não ficou aquele tecido pesado e incomodo nas pernas.
3. Bastão de caminhada da Guepardo: deu aquela mãozinha nos 2000m que subi e depois desci, além disso me deu um bom apoio na hora de transpor o rio, o grip é confortável e a trava funcionou sem problemas. Em relação aos concorrentes é um pouquinho pesado e no final da caminhada já tinha cansado meu braço, mas foram 7h andando.
4. Essa eu não comprei peguei emprestado, mas a lanterna recarregável falcon, também da Guepardo é boa, não pesa na cabeça e o foco abre e fecha o que ajudou muito a cozinhar de noite e achar as coisas dentro da bar e claro a luz ficou super forte.

O que não deu para testar direito:


1. Faca Police: não foi apropriadamente testada por falta de atividades que a exigissem, mas cortou um tronco pequeno para ser um apoio na churrasqueira, cortou as latinhas de refrigerantes para fazer a espiriteira e ajudou a cortar mais rápido os legumes.

2. Relógio sensor climático da Guepardo: não consegui configurá-lo a tempo e o manual vem escrito com letras minúsculas, só usei o altímetro, mas como não tinha a carta topográfica do lugar, só um mapa simples, o marco zero foi na portaria da meu prédio, nada muito preciso.

O que não deu para testar

A rede com mosqueteiro amazon da guepardo: não tinha árvore ou lugar para apoiá-la.


P.S: Apesar de vários produtos da Guepardo, eu não ganho nada para falar do produto deles. Há um tempo uma das colaboradoras do blog ganhou uma promoção e recebeu alguns equipamentos como prêmio, eu usei como a lanterna e o sensor, os outros comprei. Honestamente acho que a marca é boa e tem um bom preço, por isso ela aparece tanto por aqui.